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PO 082. DISTORÇÃO DA AUTOPERCEPÇÃO CORPORAL EM MENINAS ADOLESCENTES DE UMA CAPITAL BRASILEIRA

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  1. Universidade Federal de Pernambuco, Recife, Brasil
  2. Universidade Federal de Pernambuco, Vitória de Santo Antão, Brasil

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Resumo

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PO 082. DISTORÇÃO DA AUTOPERCEPÇÃO CORPORAL EM MENINAS ADOLESCENTES DE UMA CAPITAL BRASILEIRA

Introdução e objetivo. A busca por um perfil corporal ideal, muitas vezes difícil de ser atingido, entre meninas adolescentes, é algo recorrente e consolidado na literatura. Conjectura-se que numa cultura onde a atratividade corporal está ligada à magreza, a procura pelo corpo valorizado socialmente torna-se atitude Sine qua non, a ponto de acarretar distorção da percepção corporal, onde as garotas se sentem acima do peso quando na realidade encontram-se muitas vezes na faixa de normalidade. Preocupações com questões estéticas, nesse público, têm propiciado alterações no comportamento alimentar, estado nutricional, permeando os âmbitos social e psicológico, interferindo na qualidade de vida das jovens. Sendo assim, o objetivo deste trabalho foi investigar a distorção da autopercepção corporal e seus fatores associados em adolescentes do sexo feminino de uma capital brasileira.

Métodos. Trata-se de um estudo transversal com uma amostra de 1.331 escolares do “Estudo de Riscos Cardiovasculares em adolescentes” (Erica). Foram consideradas variáveis antropométricas, demográficas e socioeconômicas.

Resultados. A mediana da idade foi de 15 anos, 34,5% das adolescentes eram pós-púberes e 24,9% apresentavam excesso de peso. Quanto à autopercepção corporal, 54,8% das adolescentes respondeu a esse questionamento e nenhuma relatou autopercepção adequada. Destas, 32% e 68% se percebiam com baixo peso e com peso acima do ideal, respectivamente, apesar de 72% ser eutrófica de acordo com o índice de massa corporal/idade (IMC/I). Após os ajustes pela Regressão de Poisson, as variáveis associadas a distorção da autopercepção corporal foram. idade entre 12 e 14 anos, escolaridade materna > 8 anos, IMC/I de eutrofia e de excesso de peso e estágio pós-púbere de maturação sexual.

Conclusões. Em síntese, houve discordância entre o estado nutricional e a autopercepção corporal na maioria das adolescentes. Uma proporção expressiva se percebia com peso inadequado quando o diagnóstico era de eutrofia. Maior chance de se perceber acima do peso ideal ocorreu em variáveis demográficas e antropométricas. Por outro lado, a taxa de excesso de peso foi significativa entre as adolescentes, sugerindo a necessidade de intervenção na população estudada a fim de reduzir os riscos de agravos à saúde.

Palavras-chave: adolescente, percepção de peso, índice de massa corporal.


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